sábado, 17 de novembro de 2007

UM DESAFIO A TODOS OS ALUNOS DA TURMA

O desafio que proponho aqui é continuarem a escrever a história aqui começada.

Quem quiser pode pegar no que já está escrito e continuar. E quem vier a seguir continuar o que os outros antes fizeram. É uma narrativa que pode ter personagens, diálogos, diferentes espaços onde ela poderá decorrer, enfim, é um desafio à imaginação. Mas é preciso não esquecer a coerência. Quem vier a seguir terá que conhecer toda a história para trás, para não trocar nomes de personagens, e não alterar acontecimentos que já ocorreram.

Ah, e falta um título. Podem colocar propostas para o título e sugestões para a continuação da história nos comentários.

Vamos lá ver quem é que aceita o desafio.

Aqui vai o começo:



Quando ia para a escola pelo atalho do costume, um caminho que cortava pelo meio de um terreno meio selvagem que no inverno ficava empapado de lama, o Pedro deu com um pedregulho que não lhe era familiar naquele sítio. Das tantas e tantas vezes que por ali tinha passado já conhecia todas as pedras do caminho, ao ponto de quase as tratar pelo nome.

Com algum esforço, revirou-o e deu com uma data de maços de notas de 500 euros. Nunca tinha visto sequer uma nota de quinhentos, quanto mais uma quantidade destas. De quem seria aquele dinheiro? Quem o teria ali deixado? Quanto é que estaria ali no total? Uma fortuna, certamente.

Olhou para um lado e outro para ver se não vinha ninguém e se não estava a ser observado. Agachou-se e colocou a sua mochila ao lado dos maços. Começou então a empurrá-los para o seu interior.


(...)

2 comentários:

priecha disse...

(...) No momento em que o Pedro estava a por as notas para dentro da sua mochila, ouviu para lá das árvores um ruído. Ele assustou-se, mas era só um gato.Apesar de tudo o Pedro consegui levar o dinheiro para a casa, mas e agora o que é que faria com esse dinheiro todo? Ficou a pensar durante vários dias...
Até que um certo dia ele resolver entregar o seu dinheiro à polícia.
Pois achava que esse dinheiro não lhe pertencia, e a pessoa que deixou cair lá o dinheiro era uma pessoa cheia de pressa, que nem se apercebeu que caiu lhe o dinheiro, e que mais tarde quando fosse à procura do dinheiro teria entrado em pânico. O Pedro não gostava de ver as pessoas assim. Por isso resoveu devolver o dinheiro à polícia, já que nao sabia a quem pertencia o dinheiro.

João Carlos Costa disse...

Boa, Priecha. Vou corrigir uma ou outra falha e vou colocar a continuação que escreveu.