sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Continuação da história, pelo Dário

Depois de tudo o que se passara com o tema do dinheiro, o Pedro resolveu guardá-lo e pensar melhor sobre o assunto. Como sempre havia sido pobre, ele não sabia como gerir este dinheiro todo, e então deixou passar dias e dias para poder reflectir melhor sobre o que fazer.
Finalmente encontrou uma solução. Na cidade onde morava, havia uma igreja já muito degradada, com um padre que Pedro sempre admirara, que sempre ajudara os mais carenciados, apesar de não ter os meios necessários o fazer. Então o Pedro decidiu dar uma grande parte do dinheiro que havia encontrado ao padre, para que lhe fosse possível melhorar as condições da igreja e ajudar da melhor forma as pessoas que lá iam pedir auxílio. Mas decidira também que a outra parte ficava com ele, para resolver qualquer problema financeiro que pudesse aparecer no futuro.
Infelizmente, o padre não aceitou a oferta do Pedro, apesar de ser tentadora, porque era um homem de Deus, e sugeriu ao Pedro que fosse entregar o dinheiro às autoridades. Ele ficou desgostoso e reflectiu melhor sobre o que o sacerdote lhe tinha sugerido.
Decidiu então fazer o que o padre lhe tinha dito porque era o mais certo. Devolveu o dinheiro e recebeu uma recompensa, porque aquelas notas que havia encontrado eram procuradas, já que haviam sido roubadas do BES (Banco Espírito Santo) na semana anterior à que as encontrara.
A recompensa do Pedro foi a quarta parte do total que tinha encontrado, e Pedro conseguiu assim recompor a sua vida e continuou a viver um dia de cada vez.

(Mas será que a história acaba assim?)

1 comentário:

João Carlos Costa disse...

Creio que o Dário deu uma continuação interessante à história, mas deixou um final que requer alguma imaginação para que a história possa ser continuada.
Ou seja, será que está tudo resolvido? Não será de esperar uma atitude por parte de quem teria escondido (ou roubado) o dinheiro?