Depois de tudo o que se passara com o tema do dinheiro, o Pedro resolveu guardá-lo e pensar melhor sobre o assunto. Como sempre havia sido pobre, ele não sabia como gerir este dinheiro todo, e então deixou passar dias e dias para poder reflectir melhor sobre o que fazer.
Finalmente encontrou uma solução. Na cidade onde morava, havia uma igreja já muito degradada, com um padre que Pedro sempre admirara, que sempre ajudara os mais carenciados, apesar de não ter os meios necessários o fazer. Então o Pedro decidiu dar uma grande parte do dinheiro que havia encontrado ao padre, para que lhe fosse possível melhorar as condições da igreja e ajudar da melhor forma as pessoas que lá iam pedir auxílio. Mas decidira também que a outra parte ficava com ele, para resolver qualquer problema financeiro que pudesse aparecer no futuro.
Infelizmente, o padre não aceitou a oferta do Pedro, apesar de ser tentadora, porque era um homem de Deus, e sugeriu ao Pedro que fosse entregar o dinheiro às autoridades. Ele ficou desgostoso e reflectiu melhor sobre o que o sacerdote lhe tinha sugerido.
Decidiu então fazer o que o padre lhe tinha dito porque era o mais certo. Devolveu o dinheiro e recebeu uma recompensa, porque aquelas notas que havia encontrado eram procuradas, já que haviam sido roubadas do BES (Banco Espírito Santo) na semana anterior à que as encontrara.
A recompensa do Pedro foi a quarta parte do total que tinha encontrado, e Pedro conseguiu assim recompor a sua vida e continuou a viver um dia de cada vez.
(Mas será que a história acaba assim?)
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Continuação da história, pelo Dário
Questionário sobre o «Sermão de Santo António aos Peixes»
Testa os teus conhecimentos sobre o «Sermão de Santo António aos Peixes», do padre António Vieira, através deste exercício realizado em Excel.
Vai respondendo às perguntas de acordo com as instruções e, no final, observa que resultados obtiveste e quais os teus pontos mais fortes e mais fracos.
Questionário sobre o período barroco e o «Sermão de Santo António aos Peixes»
Podes resolver um questionário sobre as características do período barroco e o «Sermão de Santo António aos Peixes», do padre António Vieira, através desta ligação.
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Continuação da história do Pedro.
Deixo aqui também um nome para a história espero que gostem.
Pedro e o pedregulho endinheirado
Apesar de Pedro saber que o que fez foi o correcto, ficou a pensar no que poderia ter feito com toda aquela quantia. E será que aquele dinheiro não teria sido roubado e deixado para trás, para mais tarde quem o roubou ir buscá-lo? Pedro era muito curioso e enquanto os segundos, os minutos, as horas e os dias passavam, da sua cabeça não paravam de sair histórias mirabolantes de como aquele dinheiro fora parar debaixo de um pedregulho lamacento, no meio do nada. O que teria realmente acontecido?
domingo, 25 de novembro de 2007
Como numa noite viva de paz e silêncio
Um espelho vitral mostra a outra face
A face de um ser que prenuncia o meu nome
Um ser com o mesmo olhar de brilho…
Azul como a pérola da mística
Ainda que no escuro da noite
O outro ser é igual a mim!
Toco no espelho e todo treme
De ondas brancas de luz e som de desejo…
Prazer de ver-me ali reflectido
Como uma cópia perfeita a lápis
Sem traço de imperfeição!
A minha vida no plano redondo,
De uma folha de papel…
Mas um espelho é um espelho
E as vidas não são iguais…
Só semelhantes,
De cara e coração!
Toquei nas tuas mãos e senti,
Senti o calor da tua alma…
O mesmo!
Senti o frio do teu respirar…
Igual!
A luz do teu olhar…
Sem alguma diferença!
És tu a minha cara,
O meu corpo e a minha alma...
* Este poema não é da minha autoria..
Foi escrito pelo meu padrinho, acho que ele merece que eu o ponha aqui..
Um enorme beijo para ele..
sábado, 24 de novembro de 2007
Continuação da história. Por Priecha.
Até que um certo dia ele resolver entregar o seu dinheiro à polícia, pois achava que esse dinheiro não lhe pertencia, e a pessoa que deixara cair lá o dinheiro era uma pessoa cheia de pressa, que nem se apercebera de que este caíra e, mais tarde, quando fosse à procura do dinheiro, teria entrado em pânico. O Pedro não gostava de ver as pessoas assim. Por isso resoveu devolver o dinheiro à polícia, já que não sabia a quem pertencia o dinheiro.
sábado, 17 de novembro de 2007
UM DESAFIO A TODOS OS ALUNOS DA TURMA
Quem quiser pode pegar no que já está escrito e continuar. E quem vier a seguir continuar o que os outros antes fizeram. É uma narrativa que pode ter personagens, diálogos, diferentes espaços onde ela poderá decorrer, enfim, é um desafio à imaginação. Mas é preciso não esquecer a coerência. Quem vier a seguir terá que conhecer toda a história para trás, para não trocar nomes de personagens, e não alterar acontecimentos que já ocorreram.
Ah, e falta um título. Podem colocar propostas para o título e sugestões para a continuação da história nos comentários.
Vamos lá ver quem é que aceita o desafio.
Aqui vai o começo:
Quando ia para a escola pelo atalho do costume, um caminho que cortava pelo meio de um terreno meio selvagem que no inverno ficava empapado de lama, o Pedro deu com um pedregulho que não lhe era familiar naquele sítio. Das tantas e tantas vezes que por ali tinha passado já conhecia todas as pedras do caminho, ao ponto de quase as tratar pelo nome.
Com algum esforço, revirou-o e deu com uma data de maços de notas de 500 euros. Nunca tinha visto sequer uma nota de quinhentos, quanto mais uma quantidade destas. De quem seria aquele dinheiro? Quem o teria ali deixado? Quanto é que estaria ali no total? Uma fortuna, certamente.
Olhou para um lado e outro para ver se não vinha ninguém e se não estava a ser observado. Agachou-se e colocou a sua mochila ao lado dos maços. Começou então a empurrá-los para o seu interior.
(...)
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
O «Sermão de Santo António aos Peixes» em análise - ficheiros de som
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terça-feira, 13 de novembro de 2007
O Barroco
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
MP3 para ouvir acerca do Barroco e do padre António Vieira
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Nota: Seguir-se-ão ficheiros sobre o «Sermão de Santo António aos Peixes».